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CAMPANHA DE DOAÇÃO DE ÓRGÃOS


Projeto cria semana de mobilização para doação de medula óssea
Cuiabá / Várzea Grande, 16/02/2009 - 14:49.

Após várias iniciativas e ações próprias desenvolvidas nos últimos anos, voltadas para o estímulo à doação de medula óssea, a Assembleia Legislativa colocou em pauta para apreciação e debate projeto de lei do deputado Nilson Santos (PMDB), que cria a semana de mobilização estadual sobre o tema.

De acordo com o projeto, o evento acontecerá anualmente entre 14 e 21 de dezembro, ocasião em que serão desenvolvidas atividades de esclarecimento e incentivo à doação de medula óssea e à captação de doadores.

“Nosso projeto de lei tem como foco o esclarecimento e a mobilização do doador voluntário, cuja compatibilidade sangüínea permita doar medula óssea em vida, sem prejuízo à sua saúde”, observou o parlamentar. Ele lembrou que o transplante de medula óssea é indicado para pacientes que sofrem de leucemia, linfomas, anemias graves e imunodeficiências congênitas, além de outras 70 doenças relacionadas aos sistemas sangüíneo e imunológico.

Ainda de acordo com o projeto, os eventos anuais serão motivados por atividades e campanhas publicitárias envolvendo órgãos públicos e entidades privadas no âmbito do estado. O principal foco é informar e orientar sobre os procedimentos para o cadastro de doadores, sobre a importância da doação de medula óssea para salvar vidas e, ainda, sobre o armazenamento de dados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).

Nos últimos anos, o Legislativo mato-grossense criou e desenvolveu ações em torno do assunto. Em dezembro de 2007, o governo sancionou a Lei nº 8.787/27.12.07, que instituiu o Programa Estadual de Incentivo à Doação de Medula Óssea e Sangue do Cordão Umbilical e Placentário.

Com a lei, o objetivo é adquirir um lugar específico para as instalações de um banco de doadores no estado. Ele possibilitaria ampliar em quase o dobro as chances de se encontrar um doador compatível, permitindo que mais pacientes tenham acesso ao transplante que – em alguns casos – é a única opção terapêutica para se obter a cura.

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso também saiu à frente como o primeiro órgão público a realizar uma campanha de doação de medula óssea, por meio do Programa QualiVida. O trabalho foi coordenado pelo Planejamento Estratégico e executado pela Secretaria de Recursos Humanos da Casa, em parceria com o Hemocentro de Mato Grosso.

Graças a uma campanha liderada pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) em parceria com os hemocentros estaduais, várias empresas e instituições no Brasil, a partir de junho de 2004 foi possível aumentar o registro brasileiro de doadores que, em 2003, só oferecia 11% do material utilizado para os transplantes.

Em apenas três anos, entre 2004 e 2007, o Registro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) – coordenado pelo Instituto Nacional de Câncer - teve crescimento de 545% no número de doações pulando de 60 mil doadores cadastrados, em junho de 2004, para quase 390 mil, em abril de 2007. Só de leucemias, o Brasil já tem mais de dez mil casos por ano, segundo dados do Inca.

“Inspiro-me no drama de milhares de pessoas de todas as raças, credos e posições sociais, que enfrentam dificuldades de encontrar doador no círculo familiar ou mesmo no Brasil. Há doenças cuja principal dificuldade é a ausência de solidariedade. Por isso, neste caso, quanto maior o número de voluntários mais fácil será encontrar um doador compatível e, assim, salvar vidas”, concluiu Nilson Santos.

Fonte: http://www.odocumento.com.br/noticia.php?id=289563



Escrito por LECKA às 13h57
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Receptores de órgãos de Eloá se encontram pela primeira vez em SP

Três pessoas que receberam órgãos doados pela família da adolescente Eloá Cristina Pimentel, que foi mantida refém e assassinada pelo ex-namorado, se encontraram pela primeira vez nesta terça-feira (17) em São Paulo. Recuperando-se de suas cirurgias, eles participaram de uma cerimônia de premiação aos principais hospitais responsáveis por transplante no estado.

Três meses e 27 dias após receber o coração de Eloá – tempo que ela mesma gosta de frisar – a paraense Maria Augusta dos Anjos, de 39 anos, comemorava sua recuperação. "Já consigo subir e descer as escadas do prédio onde moro, ando bastante, minha vida mudou muito. Não tive nenhuma rejeição", disse ela, que sofria com o problema no coração desde a infância. 

A contabilidade dos dias tem um objetivo – poder andar de bicicleta. "Nunca pude, é o que mais quero fazer. O medico disse que com uns seis meses de cirurgia já posso tentar", afirmou. Apesar de já ter se encontrado com a mãe de Eloá e manter contato com ela, Maria Augusta ainda não conhecida os outros pacientes que receberam órgãos da adolescente. "É bom ver pessoas que passaram pelo mesmo que eu."

Outro que se recupera e já comemora as conquistas de uma vida mais normal é Emerson Gentil Dardes, de 25 anos, que recebeu o pâncreas e o rim de Eloá. "Não preciso mais fazer hemodiálise, e agora posso beber água a vontade", disse ele, que convivia com o problema de saúde desde a adolescência e fazia hemodiálise há três anos. "Poder tomar bastante água no calor é algo que nem sei explicar. Estou me sentindo 100%", afirmou ele. 

  recepcionista de hospital Livia Amodio Novais, de 28 anos, receptora de uma das córneas da adolescente morta após ser mantida refém pelo ex-namorado Lindemberg Alves, também estava no local e ficou feliz de conhecer as outras pessoas que bem graças aos órgãos de Eloá. Ela, que só soube ter recebido a córnea da menina depois que teve alta, diz só ter agradecimentos.

 

"Independentemente de tudo o que aconteceu, foi muito importante para mim", contou ela, que ainda tem problemas na outra córnea e usa uma lente de contato para melhorar sua visão.

Incentivo

Dez hospitais do estado de São Paulo foram premiados e homenageados nesta terça por sua atuação em áreas específicas dos transplantes. Segundo o governador José Serra, o encontro é uma forma de incentivar o crescimento desse tipo de cirurgia. "É interessante também que entre os transplantados estejam aqueles que têm os órgãos da Eloá, que foi assassinada daquela maneira que todos nós acompanhamos. Foi uma demonstração por parte da família, que teve um comportamento com repercussão em outras famílias", afirmou.

A Secretaria de Estado da Saúde também divulgou novos números sobre os transplantes em São Paulo. Em janeiro de 2009, foram realizadas 167 cirurgias, um número 52% maior que o realizado no mesmo mês do ano passado. Em 2008, foram 7.683 transplantes em todo o estado, número 26,7% maior que em 2007. "A família brasileira já entendeu a importância e está sensibilizada com os transplantes", afirmou Luiz Roberto Barradas Barata, secretário de saúde do estado.

Os hospitais premiados no evento foram: Hospital das Clínicas de São Paulo, Hospital Albert Einstein, Hospital São Paulo, Hospital das Clínicas de Campinas, Hospital Oftalmológico de Sorocaba, Beneficência Portuguesa, Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, Santa Casa de São Paulo e Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto.

FONTE: g1.glo.com/Noticias/SaoPaulo



Escrito por LECKA às 13h55
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HU irá realizar o 1° transplante de coração no Maranhão

SÃO LUÍS - O Hospital Universitário da UFMA (Unidade Presidente Dutra) realizará neste ano o primeiro transplante de coração no Estado do Maranhão. Segundo a coordenadora da Central Estadual de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO), Silvana Oliveira, há um paciente na lista de espera. "A partir do momento em que houver um doador compatível o transplante poderá ser feito", afirma a coordenadora.

Dos 548 hospitais do Brasil aptos a realizar essas cirurgias, só existe um no Maranhão, o Hospital Universitário da UFMA. Desde 2000, ano em que os transplantes começaram a ser feitos no Estado, foram realizados 477: 228 de rim e 249 de córnea. Em 2008, o HU teve um aumento de 40% no número transplantes de órgãos, comparado a 2007. Atualmente, o Hospital Universitário realiza apenas transplantes de rim e córnea, e logo realizará de coração. De acordo com informações da Central, já foi solicitada a permissão para o HU realizar transplante de fígado.

A coordenadora diz que o desconhecimento do propósito do transplante
atrapalha a doação. "Ainda existem muitas barreiras que impedem a cirurgia, como questões culturais e religiosas. Creio que as campanhas de sensibilização podem esclarecer a importância da doação de órgão às pessoas", diz Silvana.

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia no Maranhão,
Francisco Monteiro Júnior, a permissão para o transplante de coração no HU se deu a partir da estruturação do setor de cardiologia do Hospital. Ele explica que havia uma deficiência no Estado por falta de hospitais que pudessem realizar a cirurgia. "No Brasil, há uma carência de doadores. No Nordeste, a deficiência é maior ainda. Os pacientes do Maranhão deviam ser encaminhados para Fortaleza e esperar pelo transplante", explica Monteiro.

No Brasil, a Lei de Doações de Órgãos é regulamentada desde 1997. A
legislação brasileira permite a doação de doador vivo (caso este seja
familiar de até 4º grau de parentesco) ou de doador falecido (morte
encefálica), doação determinada pela vontade dos familiares até o 2° grau de parentesco e mediante termo de autorização.

Fonte: Ascom Ufma- imirante.globo.com



Escrito por LECKA às 13h48
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Ministério autoriza transplantes em 3 unidades

 

O Ministério da Saúde autorizou três estabelecimentos de saúde no estado de São Paulo a realizarem transplantes. De acordo com a Portaria publicada em 10 de fevereiro, no Diário Oficial da União, a Clínica de Olhos Coronado Antunes e o Hospital Visão Laser poderão retirar e transplantar tecidos oculares humanos. Já o Hospital Israelita Albert Einstein poderá realizar transplantes de válvulas cardíacas humanas.

No mesmo dia, o ministério também autorizou sete hospitais a realizarem busca ativa e retirada de múltiplos órgãos e tecidos. São eles: Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco Professor Luiz Tavares (PE), Hospital universitário Pedro Ernesto (RJ), Hospital do Rim e Hipertensão (SP), Hospital Madre Teresa (MG), Sociedade Beneficente São Camilo (MG), Santa Casa de Misericórdia de São João Del Rei (MG) e Hospital Unimed de João Pessoa (PB).

A captação passa por algumas etapas. Primeiro é feita a identificação do potencial doador. Depois do diagnóstico da morte encefálica, realizado por dois médicos que não participam de equipe de transplante (sendo pelo menos um neurologista ou neurocirurgião), a equipe da Comissão Intra-hospitalar para Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) entrevista a família para saber se há intenção ou não de doação.



CONDIÇÕES - Se a doação for confirmada a CIHDOTT notifica a Central de Transplantes do estado, que entra com os dados do doador em um sistema informatizado para identificar os potenciais receptores (ranking). Quando é identificado o receptor, a central entra em contato com o médico que irá fazer o transplante e verifica se tanto o paciente quanto o hospital têm as condições adequadas para o procedimento.

Quando não há receptor compatível no estado onde se encontra o doador, a Central Nacional de Transplantes, localizada em Brasília, identifica um receptor em outro estado e disponibiliza, por intermédio de um acordo com algumas empresas aéreas, o transporte gratuito de órgãos e tecidos para transplante.



DADOS - O Ministério da Saúde (MS) realizou 19.125 transplantes entre janeiro e dezembro de 2008 – o que representa crescimento de cerca de 10% no número de procedimentos em relação a 2007, quando foram feitos 17.428 transplantes. O aumento no número geral de transplantes realizados no Brasil se deve a uma série de fatores, entre eles, as campanhas de sensibilização feitas pelo MS, a elevação no número de doadores vivos e a melhora na captação nacional de órgãos, com o apoio de um número maior de famílias que passaram a autorizar doações.

O Brasil tem o maior programa público de transplantes de órgãos e tecidos do mundo. Cerca de 95% dos transplantes são realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que também subsidia todos os medicamentos imunossupressores para os pacientes. A agilidade nos transplantes depende de vários fatores, como um diagnóstico rápido de morte encefálica, uma captação eficiente, maior compatibilidade entre doador e receptor, além do número de pacientes em lista de espera. Por esse motivo é tão importante aumentar o número de doadores.

 

Fonte: www.jornaldeitupeva.com.br



Escrito por LECKA às 11h01
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Minas Gerais

Transplantes: Minas Gerais é o segundo Estado do país em captação

Até o final deste ano, o Complexo MG Transplantes, da Rede Fhemig, tem entre as principais metas atingir 2400 transplantes, além de promover a interiorização da realização de transplantes por meio de novas equipes. A unidade, que é a segunda no país em captação, bateu recorde em 2008 com 2180 transplantes. A fila de espera por um órgão ou tecido em novembro caiu de 4.095 para 3.967. "Ultrapassamos 2004, ano em que foi registrado o maior número de cirurgias, totalizando 1.813", ressaltou o diretor do complexo, o cirurgião cardiovascular Charles Simão Filho. Entre as metas está ainda diminuir a fila de espera para o transplante de córnea para menos de 60 dias (atualmente pode demorar mais de um ano).

O presidente da Fhemig, Luís Márcio Araújo Ramos, destacou a importância da doação de órgãos, que salva e melhora a qualidade de vida de centenas de pessoas. Ele ressaltou que a fila de espera ainda é grande e que precisa ser reduzida e lembrou que a manifestação em vida de ser um
doador facilita muito a decisão da família.

Atualmente, a Região Metropolitana de Belo Horizonte é responsável por 55% das doações em Minas Gerais. Dessas, 37% saem do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII (HPS). "O objetivo é elevar a captação para 10 doadores de múltiplos órgãos por 1 milhão de habitantes. Para isso é preciso estimular a participação dos hospitais do interior na busca dedoadores e captações", enfatizou Simões.

Ele destacou ainda que um dos motivos do crescimento no número de doações é o processo de reestruturação pelo qual o Complexo MG Transplantes passou, que começou em abril de 2007, quando foi incorporado à Rede Fhemig, recebendo todo o apoio logístico da Secretaria de Estado de Saúde (SES), e também a credibilidade que o MG Transplantes vem adquirindo junto à população de Minas. "Devemos este crescimento, principalmente, à solidariedade dos familiares que, apesar do momento de dor, autorizam a doação dos órgãos de um parente querido", ressaltou.

A direção do Complexo MG Transplantes também faz um trabalho intenso de busca ativa, por meio de contatos com as Comissões Intra-Hospitalares de Doações de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTTS), palestras em escolas e empresas. Além disso, são realizados cursos e simpósios de capacitação para abordagem de familiares, diagnóstico de morte encefálica, manutenção do potencial doador e retirada de múltiplos órgãos.

CIHDOTTS

As Comissões Intra-hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes- CIHDOTTS, constituídas por meio da Portaria 1.752/GM, de 23 de setembro de 2005, do Ministério da Saúde, têm como atribuições organizar a instituição para que seja possível detectar doadores de órgãos e tecidos no hospital; viabilizar o diagnóstico de morte encefálica, conforme a Resolução do Conselho Federal de Medicina – CFM – sobre o tema; criar rotinas para oferecer aos familiares de pacientes falecidos no hospital a possibilidade de doação de córneas e outros tecidos e articular-se com a Central de Transplantes do Estado para organizar o processo de doação e captação de órgãos e tecidos, entre outras atribuições.

MG Transplantes

Fundado em 1992, o MG Transplantes tem uma equipe de profissionais que trabalha 24 horas por dia. São médicos, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros e pessoal administrativo. Integram o Sistema Estadual de Transplantes: a Central Estadual de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos / Complexo MG Transplantes - Fhemig; Centrais de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos para transplantes Regionais (CNCDO);Coordenadoria de Redes Assistenciais.

Compete à Central Estadual de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos coordenar as atividades de transplante no âmbito do Estado; supervisionar, estabelecer metas e fiscalizar o funcionamento das CNCDO'S; supervisionar as atividades dos Núcleos (Córnea, Fígado, Rim, Rim-Pâncreas, Coração e Medula Óssea) garantindo o acesso e eqüidade do usuário nas listas seguindo critérios de priorização; manter apoio logístico e integração com as Comissões Intra -Hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para transplantes.

Fonte: www.farolcomunitario.com.br



Escrito por LECKA às 10h58
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Projeto de transplante de órgãos é apresentado

Projeto do Hospital Sírio Libanês deverá ser implantado em Alagoas em até 60 dias.

A disciplina de nefrologia da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) promoveu, na noite da última segunda-feira, 9 de fevereiro, a conferência “Progresso Científico: Ética - Prática Médica”. Na oportunidade, o professor e hepatologista da USP, Silvano Raia, apresentou também um projeto do Hospital Sírio Libanês na área de transplantes que deverá ser implantado em Alagoas num prazo de 60 dias.

O número de transplantes no Brasil é superado apenas pelos Estados Unidos. Devido a essa grande demanda, o professor Silvano Raia comenta que “esta é uma área que merece muita atenção dos órgãos estatais competentes, porém, a falta de órgãos e a concentração dos centros de transplantes em apenas 9 estados brasileiros têm dificultado muito a vida daqueles que estão nas fila à espera de um órgão”.

A partir de 2008, o sistema de doações feitas pelo Ministério da Saúde a hospitais que realizam este tipo de procedimento foi modificado, mudando a realidade nacional. “Esta mudança efetuada pelo SUS beneficia substancialmente o atendimento na área de transplantes para os pacientes usuários do SUS”, informa Raia.

Agora, o SUS encaminha verbas a projetos direcionados ao atendimento da população menos favorecida e usuária do SUS. O projeto apresentado pelo médico Silvano Raia na Uncisal intitula-se: ‘Qualificação em Captação e Transplante de Órgãos’. “Esta é uma nova forma de filantropia e pretende estimular e apoiar o desenvolvimento de centros de transplantes de órgãos nos estados que não possuem estes serviços”, afirma o professor.

A implementação constitui-se de um grupo de trabalho que é coordenado pelo próprio Silvano Raia cujo pólo central está no Hospital Sírio Libanês e conta com médicos especialistas em transplantes de diversos órgãos em outras unidades de saúde, além de um coordenador de distribuição de órgãos e de técnicas de captação.

O projeto ‘Qualificação em Captação e Transplante de Órgãos’ tem também ações integradas que são: avaliação das condições locais, entrevistas de candidatos a estágios, conferências sobre temas relacionados à área, estruturação de uma rede de telemedicina, entre outras atividades.

O evento aconteceu no miniauditório Emil Burihan, que fica na Uncisal, no Trapiche da Barra. type="text/javascript">

FONTE: gazetaweb.globo.com



Escrito por LECKA às 19h29
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Família de adolescente baleada na cabeça doa órgãos para transplante

SÃO PAULO

O Hospital Santa Marcelina anunciou na tarde desta sexta-feira (13) que a família da garota Andressa Brito, cuja morte encefálica foi confirmada nesta sexta-feira, decidiu doar os órgãos da adolescente para transplante. O hospital realiza exames específicos para doação.
Andressa Brito deu entrada no Hospital Santa Marcelina na quarta-feira (11) após ter sido baleada acidentalmente na cabeça. Ela teve teve morte cerebral confirmada após uma série de exames realizados no hospital.

FONTE: g1.globo.com/Noticias



Escrito por LECKA às 19h27
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